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TECNOLOGIA: Um outro olhar sobre as belezas do mundo

30/12/2013 21:47

As fotos da igreja do Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo e da Catedral Angelopolitana que ilustram esta reportagem foram tiradas, como se pode perceber, do alto. Mas não foram feitas a partir de um helicóptero ou de outra aeronave tripulada por humanos. Estas imagens foram produzidas, na verdade, a partir de um drone, um equipamento aéreo não tripulado.

O jornalista e bacharel em Direito João Luis Furtado, de 56 anos, casado e pai de três filhos, nasceu em Santana do Livramento e residiu por muitos anos em Santo Ângelo, município no qual iniciou a carreira, na Rádio Santo Ângelo – ele também tem parentes na cidade. Em 1981, se mudou para Cascavel, no Paraná, onde trabalhou em rádio, TV e jornal. Hoje, ainda em Cascavel, João Luis e seu filho Rodrigo, 32, são sócios na empresa Beija-Flor Imagens Aéreas, criada no início deste ano e responsável pelas fotos que ilustram esta reportagem.

Hoje, além do escritório em Cascavel, João Luis e Rodrigo estão instalando uma base em São Miguel das Missões. O drone com que pai e filho trabalham, que alcança uma altura de 500 metros, é movido a bateria e conta com um estabilizador e uma câmera. A câmera, uma GoPro, com lente grande-angular, faz fotos em alta resolução e filmagens em full HD. “Passamos a trabalhar com o drone e fazer este tipo de fotografia ou filmagem pela necessidade de aprimorar nosso trabalho em edição e captação de imagens. Procuramos alguma coisa nova, diferente e eficiente. Creio que achamos”, expõe João Luis.

Operado via rádio por controle remoto, o drone chega a um raio de também 500 metros e é ligado a seis satélites, que acionam um GPS. “No caso de um problema no controle, o aparelho volta sozinho ao local de onde foi lançado. Com esse sistema, é quase impossível ele despencar, cair do alto. O aparelho, por conta própria, acaba pousando”, diz.

TRABALHO NAS RUÍNAS DE SÃO MIGUEL DAS MISSÕES

Entre os trabalhos até agora produzidos, a Beija-Flor já fez imagens em residências, sítios, fazendas, empresas e festas, como de casamento ou aniversário, além de ter sido requisitada por seguradoras, para fotos de acidentes, as quais peritos também utilizam com frequência, e advogados, para ilustrar fotos em processos. Mas um trabalho, em especial, João Luis diz tê-los marcado bastante, até pelo período em que ele viveu na região missioneira: a comemoração dos 30 anos da declaração, pela Unesco, das Ruínas de São Miguel como Patrimônio Cultural da Humanidade, cuja programação se desenvolveu de 29 de novembro a 13 de dezembro. “As fotos que produzimos mostram o local de uma perspectiva que eu, particularmente, ainda não tinha visto. Nossa presença lá gerou muita repercussão e quem viu ficou surpreso com as imagens. Foi algo muito comentado nas redes sociais”, recorda.

Quanto a valores, João diz que tudo depende da necessidade do cliente e do trabalho que será realizado. Geralmente, são tiradas entre 50 e cem fotos e, de posse delas, o interessado escolhe aquelas que pretende aproveitar. “Podemos ficar um dia inteiro à disposição do cliente, por exemplo, e neste caso cobramos uma diária de R$ 1.000, ou fazer apenas um serviço a custos que variam de R$ 350 a R$ 500. No caso de vídeos, quando envolve edição, o investimento é combinado entre as partes. Mas posso garantir que é o melhor custo-benefício para esse tipo de imagem, porque não envolve a logística ou custo de um helicóptero ou avião”, conclui. Para outras informações, o site da Beija-Flor Imagens Aéreas é www.beijaflorimagens.com.br, e o e-mail, contato@beijaflorimagens.com.br.

Fonte: Jornal das Missões

Post. Eloídes Nunes.

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