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SOLIDARIEDADE: Pelo telefone, bombeiro orienta pai de bebê que se engasgou

08/08/2013 10:13

Gramado  - Duas ocorrências inusitadas, em um período de um ano, envolvendo o mesmo bombeiro e que acabaram com final feliz. O sargento Claudiomiro Nardes dos Santos, que em agosto do ano passado já havia salvo uma criança vítima de engasgamento, auxiliando no socorro pelo telefone, vivenciou uma história semelhante na manhã de ontem. Por volta das 10h, Nardes estava no quartel da corporação trabalhando quando o telefone tocou. Do outro lado da linha, o pai Fabrício André Jung, apavorado, pedia socorro para sua filha que estava engasgada com leite após a amamentação. “Comecei a tentar acalmar ele e a passar o procedimento que deveria fazer com o bebê. Primeiro, ele dizia que não estava conseguindo, mas logo em seguida escutei o choro da criança e fiquei mais tranquilo, já que é um sinal de que estava respirando”, conta Nardes, que possui 25 anos de atuação no Corpo de Bombeiros.

O sargento explica que seguiu as normas utilizadas na Manobra de Heimlich, que é uma técnica de salvamento de emergência que consiste na realização de uma série compressões no abdómen. “Orientei o pai para colocar o bebê na palma da mão, em um ângulo de aproximadamente 45º graus e dar batidas leves nas costas”, conta. Segundo Claudiomiro Nardes, todo processo, desde o momento em que o telefone tocou até o choro da criança, durou entre três a quatro minutos. “Já tinha passado por esta situação e graças a Deus fui bem sucedido nas duas oportunidades”, orgulha-se.

A pequena Isabele de Moura Jung, que ontem completou 20 dias de vida, é a segunda filha do casal Fabrício André Jung e Maria Celeste de Moura Jung, moradores da Várzea Grande. Após o acidente, mãe e filha foram encaminhadas ao Hospital Arcanjo São Miguel, onde permaneceram até o final da tarde em estado de observação. Conforme laudo médico, Isabele não apresentou nenhuma alteração na sua saúde e também não teve sequelas. “Foi um susto grande. Na hora bate o desespero e a gente não sabe o que fazer”, relata o pai. “O medo veio depois, quando paramos e pensamos no que poderia ter acontecido. Na hora não pensava em nada, apenas rezava para a Isabele voltar”, conclui a mãe Maria Celeste, que foi pessoalmente ao quartel dos bombeiros para agradecer ao sargento Claudiomiro Nardes.

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Gramado  - Duas ocorrências inusitadas, em um período de um ano, envolvendo o mesmo bombeiro e que acabaram com final feliz. O sargento Claudiomiro Nardes dos Santos, que em agosto do ano passado já havia salvo uma criança vítima de engasgamento, auxiliando no socorro pelo telefone, vivenciou uma história semelhante na manhã de ontem. Por volta das 10h, Nardes estava no quartel da corporação trabalhando quando o telefone tocou. Do outro lado da linha, o pai Fabrício André Jung, apavorado, pedia socorro para sua filha que estava engasgada com leite após a amamentação. “Comecei a tentar acalmar ele e a passar o procedimento que deveria fazer com o bebê. Primeiro, ele dizia que não estava conseguindo, mas logo em seguida escutei o choro da criança e fiquei mais tranquilo, já que é um sinal de que estava respirando”, conta Nardes, que possui 25 anos de atuação no Corpo de Bombeiros.

O sargento explica que seguiu as normas utilizadas na Manobra de Heimlich, que é uma técnica de salvamento de emergência que consiste na realização de uma série compressões no abdómen. “Orientei o pai para colocar o bebê na palma da mão, em um ângulo de aproximadamente 45º graus e dar batidas leves nas costas”, conta. Segundo Claudiomiro Nardes, todo processo, desde o momento em que o telefone tocou até o choro da criança, durou entre três a quatro minutos. “Já tinha passado por esta situação e graças a Deus fui bem sucedido nas duas oportunidades”, orgulha-se.

A pequena Isabele de Moura Jung, que ontem completou 20 dias de vida, é a segunda filha do casal Fabrício André Jung e Maria Celeste de Moura Jung, moradores da Várzea Grande. Após o acidente, mãe e filha foram encaminhadas ao Hospital Arcanjo São Miguel, onde permaneceram até o final da tarde em estado de observação. Conforme laudo médico, Isabele não apresentou nenhuma alteração na sua saúde e também não teve sequelas. “Foi um susto grande. Na hora bate o desespero e a gente não sabe o que fazer”, relata o pai. “O medo veio depois, quando paramos e pensamos no que poderia ter acontecido. Na hora não pensava em nada, apenas rezava para a Isabele voltar”, conclui a mãe Maria Celeste, que foi pessoalmente ao quartel dos bombeiros para agradecer ao sargento Claudiomiro Nardes.

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Gramado  - Duas ocorrências inusitadas, em um período de um ano, envolvendo o mesmo bombeiro e que acabaram com final feliz. O sargento Claudiomiro Nardes dos Santos, que em agosto do ano passado já havia salvo uma criança vítima de engasgamento, auxiliando no socorro pelo telefone, vivenciou uma história semelhante na manhã de ontem. Por volta das 10h, Nardes estava no quartel da corporação trabalhando quando o telefone tocou. Do outro lado da linha, o pai Fabrício André Jung, apavorado, pedia socorro para sua filha que estava engasgada com leite após a amamentação. “Comecei a tentar acalmar ele e a passar o procedimento que deveria fazer com o bebê. Primeiro, ele dizia que não estava conseguindo, mas logo em seguida escutei o choro da criança e fiquei mais tranquilo, já que é um sinal de que estava respirando”, conta Nardes, que possui 25 anos de atuação no Corpo de Bombeiros.

É a segunda ocorrência desse tipo atendida pelo sargento Nardes

Encontro: Fabrício, Maria, Isabele e Nardes

Encontro: Fabrício, Maria, Isabele e Nardes

O sargento explica que seguiu as normas utilizadas na Manobra de Heimlich, que é uma técnica de salvamento de emergência que consiste na realização de uma série compressões no abdómen. “Orientei o pai para colocar o bebê na palma da mão, em um ângulo de aproximadamente 45º graus e dar batidas leves nas costas”, conta. Segundo Claudiomiro Nardes, todo processo, desde o momento em que o telefone tocou até o choro da criança, durou entre três a quatro minutos. “Já tinha passado por esta situação e graças a Deus fui bem sucedido nas duas oportunidades”, orgulha-se.

A pequena Isabele de Moura Jung, que ontem completou 20 dias de vida, é a segunda filha do casal Fabrício André Jung e Maria Celeste de Moura Jung, moradores da Várzea Grande. Após o acidente, mãe e filha foram encaminhadas ao Hospital Arcanjo São Miguel, onde permaneceram até o final da tarde em estado de observação. Conforme laudo médico, Isabele não apresentou nenhuma alteração na sua saúde e também não teve sequelas. “Foi um susto grande. Na hora bate o desespero e a gente não sabe o que fazer”, relata o pai. “O medo veio depois, quando paramos e pensamos no que poderia ter acontecido. Na hora não pensava em nada, apenas rezava para a Isabele voltar”, conclui a mãe Maria Celeste, que foi pessoalmente ao quartel dos bombeiros para agradecer ao sargento Claudiomiro Nardes.

FONTE: Jornal de Gramado

Post. Eloídes Nunes.

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