"O Portal Top em Notícias do Sul”

POLÍTICA: Câmara aprova royalties do petróleo para educação e saúde

15/08/2013 17:59

A Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira a votação do projeto que define a destinação dos royalties do petróleo para educação e saúde e rejeitou dispositivo que previa um piso para o percentual de óleo excedente a ser entregue à União nas licitações das áreas do pré-sal.

O governo federal era contra o piso, pois considerava que isso diminuiria a flexibilidade dos leilões de áreas de exploração do petróleo da camada do pré-sal pelo regime de partilha. A proposta segue agora para sanção da Presidência da República.

Destaques rejeitados

Em cumprimento ao acordo de líderes, o Plenário rejeitou outros dois destaques do PMDB que pretendiam retomar o texto do Senado para a matéria.

Piso

Por esse regime, órgãos do governo definem o mínimo de óleo que deverá ser oferecido à União. Quem oferecer a maior parcela de óleo à União, ganha a licitação da área de exploração em questão.

O texto aprovado anteriormente pela Câmara previa a fixação do piso de 60%, mas os deputados fecharam um acordo para retirar esse dispositivo, como queria o governo. A queda de um percentual mínimo foi comemorada pelo líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), na tribuna da Casa.

"Há um edital na praça que estabelece um mínimo de 40% de excedente em óleo para a maior licitação da história do petróleo do mundo. Se nós alterássemos neste momento e colocássemos 60 por cento, haveria naturalmente uma desconfiança do que é que o Brasil de fato quer, à medida que solta um edital e no meio da disputa altera a regra do jogo", argumentou.

Chinaglia se referia ao leilão da área de petróleo de Libra, marcada para outubro e que é apontada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) como a maior reserva de petróleo do Brasil.

 

Fundo Social
O texto, que agora vai à sanção presidencial, foi aprovado com um ponto que desagrada ao governo, o que destina 50% dos recursos recebidos pelo Fundo Social, que inclui seu capital principal, para aumentar o volume de recursos destinados à saúde e da educação.

 

O governo defendia a destinação de 50% dos rendimentos do Fundo Social, não seu capital principal, para a educação. A proposta enviada pelo governo ao Congresso previa a destinação integral dos recursos dos royalties e da participação especial à educação, medida assumida como um compromisso pessoal pela presidente Dilma Rousseff.

 

O texto aprovado, no entanto, inclui a destinação de recursos à saúde. A área receberá 25% dos recursos, enquanto os 75% restantes irão para a educação.

 

Com informações da Reuters e da Agência Câmara.

 

FONTE: TERRA

Post. Eloídes Nunes.

Contato

TopSul Notícias - O Portal Top em Notícias do Sul!

topsulnoticias@gmail.com
topsulcrissiumalrs@gmail.com

Cel.: (55) 9.9148-8420

Pesquisar no site

-

www.topsulnoticias.com.br - TopSul Notícias.

© 2013 - 2017 - Todos os direitos reservados.