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PLANTÃO POLICIAL: Menina morta brincava no Campo do Tigre quando desapareceu em Barra do Guarita - RS

30/11/2013 19:03

Quatro homens transportados por uma viatura da Polícia Civil e escoltados por duas viaturas da Brigada Militar, chegaram por volta das 14h, na Delegacia de Polícia de Tenente Portela.

Eles estão sendo investigados pela polícia na possível participação do homicídio brutal da menina Kimberli Oliveira da Rosa, de 7 anos, ocorrido no final da tarde de sexta-feira, 29 de novembro.

Informações extra-oficiais dão conta de que a polícia investiga contradições nos depoimentos dos quatro homens. Uma fonte do Portela Online disse que a transferência para Tenente Portela estaria ligada a segurança dos quatro.

Sobre o crime:

Kimberli Oliveira da Rosa, 7 anos, foi espancada e violentada sexualmente na noite de sexta-feira, 29 de novembro, em Barra do Guarita. A menina morava com os pais distante menos de 100 metros próximo ao campo de futebol do Tigre onde foi vista pela última vez. De acordo com o pai da vítima, ela teria ido buscar uma boneca que havia esquecido no campo.

Ela foi encontrada algumas horas depois com sérios ferimentos na cabeça. A vítima foi socorrida e encaminhada ao Hospital Santo Antônio, mas não resistiu aos ferimentos.

Hospital confirma sinais de violência sexual na vítima

A menina que foi violentada em Barra do Guarita no final da tarde desta sexta-feira, 29 de novembro, brincava no Campo do Tigre quando sumiu por volta das 18h. Ela morreu no início da manhã deste sábado, 30 de novembro, no hospital de Tenente Portela.

Segundo o pai da menina, Osmar Lucas da Rosa, sua filha, Kimberli Oliveira da Rosa, 7 anos, voltou ao local onde brincava, pois havia esquecido uma boneca. Essa foi a última vez que a menina foi vista viva. O campo do Tigre está localizado cerca de 100 metros longe da casa da família.

Abalado, Osmar contou para a reportagem do Portela Online que ao ver sua filha ficou desesperado, "Era possível ver o cérebro dela", conta o pai que também disse que sua filha apresentava ferimentos na clavícula. 

Kimberli foi localizada nas proximidades da divisa entre os municípios de Barra do Guarita e Vista Gaúcha.

Segundo informações do Hospital Santo Antônio (HSA), Kimberli deu entrada às 0h54 no plantão daquela casa de saúde. Ela estava desacordada e com sinais vitais instáveis, apresentando fratura na clavícula, um corte na cabeça deixando amostra o osso, ferimentos na face e sinais de violência sexual. Conforme ainda o HSA, a menina faleceu às 6h10 depois de diversas paradas cardiorrespiratórias.

Quatro pessoas estão detidas na Polícia sendo interrogadas. Três na Delegacia de Polícia em Barra do Guarita e uma em Itapiranga-SC.

No hospital Santo Antônio foram três tentativas junto à Central de Leitos do Estado, que não conseguiu vaga para a menina. Seis horas depois de dar entrada na instituição de Tenente Portela, a criança faleceu. "Depois que recebemos a criança, que ela foi estabilizada e já estava no respirador, a gente fez o contato com a central, principalmente devido ao traumatismo craniano que era muito grave. Foi prontamente informado pela médica de regulação que não havia nenhum leito disponível de UTI pediátrica no Estado", relatou a pediatra Carla Matiussi que atendeu a menina. 

A médica contou que ligou outras duas vezes, mas não obteve sucesso. "Faltou a sequência no tratamento", lamentou. A criança ingressou no hospital pouco depois da meia-noite e morreu perto das 6h10min deste sábado. Havia lesões visíveis de abuso sexual, hipotermia, fratura de clavícula e traumatismo craniano grave. Os hospitais equipados com UTI mais próximos de Tenente Portela são os de Ijuí e de Passo Fundo, mas em nenhum deles havia vaga. 

Motoristas de ônibus da empresa Roquetur viram a criança tentando fugir de um suspeito em direção à esquina Limberger em Barra do Guarita, na noite dessa sexta-feira. Buscas foram feitas e a menina foi encontrada caída num mato – onde havia água acumulada – despida e com ferimentos graves na cabeça.  

A comunidade revoltada cercou a delegacia de polícia e aguarda o desfecho do caso.

Fonte: Portela Online \ Correio do Povo

Post. Eloídes Nunes.

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