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DOENÇA ANIMAL: Suspeita de raiva herbívora (raiva bovina) mata animais no interior de Crissiumal - RS.

19/08/2013 15:46

Segundo informações obtidas, ouve morte de animais na sexta-feira, (16/08/13) no interior de Crissiumal – RS, com suspeita raiva herbívora. Doença transmitida pelo Morcego Vampiro.

Recentemente ouve confirmação de raiva bovina em Esperança do Sul deixa em alerta secretaria estadual da agricultura.

As atenções da área sanitária da secretaria da agricultura do Rio Grande do Sul se voltam, neste momento, especialmente para o município de Esperança do Sul, em razão da confirmação de três casos de raiva bovina. O supervisor da Coordenadoria Regional da Agricultura, com sede em Ijuí, Emílio Stumm, disse que a confirmação da doença se deu no dia 02/08/13, através do resultado de exames. 

Pelo fato do município de Esperança do Sul ser da área de abrangência da Coordenadoria Regional da Agricultura de Ijuí, o órgão centraliza as atividades no citado município, principalmente na tentativa de encontrar morcegos da espécie que transmitem a raiva bovina. 

Emilio Stumm explicou que numa primeira vistoria em matas de Esperança do Sul, nas furnas que já estavam marcadas, não foi encontrado morcego. No entanto, enfatizou que é necessário seguir a investigação para saber se o animal está em matas do município ou se houve deslocamento de outras regiões. 

Os três animais que tiveram confirmação de raiva bovina em Esperança do Sul acabaram morrendo. Porém, no mesmo município há outros casos de morte de bovinos, provavelmente pela mesma doença. 

Há suspeitas da doença em Três Passos, Derrubadas, Tiradentes do Sul e Barra do Guarita.

Foto ilustração: momento do ataque.

Para que haja o controle da raiva herbívora, é necessário que a população de morcegos também esteja controlada e, por isso, se faz tão importante o envolvimento dos produtores neste processo.

Diferente da febre aftosa, por exemplo, onde há contaminação de animal para animal, a raiva é transmitida de maneira vertical, pelo vetor que é o morcego hematófago. A vacinação não é obrigatória e sim estratégica. Quando os focos são constatados, através de diagnóstico laboratorial, há a indicação aos produtores para a vacinação dos animais. As orientações são principalmente para bovinos, equinos e bubalinos - animais que ficam mais expostos ao ataque dos morcegos. A vacina precisa ser aplicada em duas etapas - 21 dias após a primeira aplicação, deve ser administrada uma segunda dose, sem a qual o animal não estará imune ao vírus.

"Quando o criador percebe os sinais da doença no rebanho, já é tarde demais para vacinar e o animal já está condenado. Por isso, é muito importante que os refúgios de morcegos sejam identificados pelos produtores e o Serviço Veterinário Oficial (SVO) seja notificado imediatamente". Ou responsáveis da Secretaria da Agricultura do seu Município

 Fonte: Governo do Rio Grande do Sul

Post. Eloídes Nunes.

 

 

 

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